ESCOLA CÔNEGO PEDRO...AQUI SOMOS TODOS IGUAIS!!

"DEIXO RENASCER EM CADA AULA A CRIANÇA QUE BRINCA COMIGO,PARA FAZER BRINCAR TANTAS OUTRAS CRIANÇAS..."RAUL FERREIRA NETO(RECREAÇÃO NA ESCOLA)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O que é uma criança índigo?

Uma criança índigo apresenta um conjunto de características incomum.Possui comportamento diferenciado de outras crianças


Histórico

No ano 1982 a parapsicóloga Nancy Ann Tappe criou um sistema de classificação para os seres humanos que consiste no estudo da suposta cor de sua aura espiritual.A mesma afirma que através da cor da aura pode-se descobrir a missão de cada um no planeta e a função da personalidade e de interesses.
Uma das características em comum nos índigos é que os mesmos apresentam as cores anil ou azul na aura que significa uma espiritualidade mais desenvolvida.

Tipos de crianças índigos

São classificadas em quatro grupos:

*HUMANISTA: Os  que irão trabalhar com as massas.Serão os futuros médicos,professores,advogados,psicólogos,políticos,vendedores e executivos.Conversam com todo mundo, fazem amizade facilmente e são muito sociais.

*CONCEITUAL: São os mais acentuados para projetos do que para pessoas.No futuro serão arquitetos,engenheiros,astronautas,projetistas e oficiais militares.São crianças bem atléticas e não desajeitadas.
 Os meninos índigos conceituais tendem a maioria das vezes controlar as mães.E as meninas índigos os pais.
Estas crianças, quando são impedidas de fazerem isso gera um grande conflito;Tendo nisso uma grande possibilidade para entrar no mundo das drogas na adolescência.

*ARTISTAS: De todos são os mais sensíveis e criativos.Serão os futuros professores e artistas(pintores,atores,cantores,poetas...).Independente do campo que eles se dediquem, será sempre através da criatividade buscando sempre a especialização.

*INTERDIMENCIONAL:  No ponto de vista de estatura, os  índigos interdimencionais são maiores que os demais.Resiste à autoridade se não for democraticamente orientado.
   Possui métodos preferenciais no aprendizado especialmente na matemática e na leitura.Possuem medos como a perda e a morte de entes queridos.Caso experimente precocemente uma decepção ou falha,podem desistir e despertar um bloqueio permanente.
     

O que são crianças cristais?

São recém-chegados ao planeta em grande número.Sempre existiram, Jesus cristo foi uma delas.
São conhecidas por pacificadoras,trazem atributos de paz e equilíbrio dando continuidade ao trabalho iniciado pelos índigos.

Como identificar crianças índigos e cristais?

Características das crianças índigo:

1-Espírito guerreiro,rompe regras e sistemas estabelecidos.

2-São rebeldes e extrovertidos.

3-São criativos,determinados e inteligantes.

4-Não suportam rotina e aguardar em filas.

5-Aceitam castigos através de explicações concretas e de forma democrática.


Características das Crianças cristal:

1-Geralmente suas características físicas são olhos azuís e cabelos loiros.

2-São pacíficos serenos,gentís e um pouco introvertidos.

3-Muito sensíveis,evitam brigas e discussões.

4-Começam a falar tardiamente,são muito telepáticos.

5-Extremamente mais espirituais.


Postado por Julimari-http://www.bloginfoedu.blogspot.com/






Como as escolas e professores vão identificar e trabalhar com estas crianças?

As escolas não estão preparadas para receber estas crianças.Muitas desconhecem a exitência das mesmas.Educadores afirmam que as receberão da mesma forma como qualquer outra "INCLUSÃO".Relembramos aos leitores que estas crianças não são casos de inclusão,apenas mais questionadoras e guerreiras de uma nova era.

Dicas de leitura:
*Crianças Ìndigo(Lee Carroll e Jan Tober)
*Educando Crianças Ìndigo(Egidio Vecchio)

ASSISTIMOS O FILME "RIO",ENFOCANDO O TEMA MEIO AMBIENTE:(com fotos)

A TURMINHA ADOROU E ENTENDEU DIREITINHO A MENSAGEM!!



VAMOS COLORIR...


sexta-feira, 1 de julho de 2011

PESCARIA DIVERTIDA DA MATEMÁTICA(com fotos)

PESCARIA DIVERTIDA DA MATEMÁTICA...
ATIVIDADE NO PÁTIO...

QUE DIVERSÃO!!

TODOS ESPERANDO SUA VEZ...

VAMOS PESCAR...

QUE DIFÍCIL...


EU PESQUEI!!

QUE LINDA PESCADORA...

MURILO FELIZ COM SEU PEIXE...

MAIS PESCADORES...

NA SALINHA...

OS PEIXINHOS TROUXERAM AS ADIÇÕES E SUBTRAÇÕES...

QUE DIVERTIDO!!

SOLIDARIEDADE COM O COLEGA!!

ATIVIDADES DA SEMANA-TEMÁTICA "FESTA JUNINA:

REGISTRO DE TODA FRASE...

ATIVIDADE PRÁTICA SEGUIDA DO REGISTRO.

EXPLORANDO TEXTOS...

BONECO CAIPIRA...

BONECA CAIPIRA...

ESQUENTANDO A CUCA...

TRABALHANDO COM FRASES...

FRASES CRIATIVAS...

MAIS FRASES...

ATIVIDADE EM GRUPOS...

PRODUÇÃO DE FRASES...

PINTURA...

APRESENTAÇÃO DAS PRODUÇÕES.


A DISCIPLINA EM SALA DE AULA.

A DISCIPLINA EM SALA DE AULA




Celso Antunes





Outro dia esperava pacientemente na fila minha vez de ser atendido, quando um outro cidadão, sem mais nem menos, se interpôs à frente e pretextando ser amigo de um dos “pacientes” que a minha frente aguardavam, insurgiu-se  ali se instalou, deixando lá trás um mundo de resmungos. Minutos depois, esperávamos todos o elevador chegar e mal a porta se abriu uma matilha alvoroçada ingressou no mesmo, atropelando os que de lá saiam. Não demorou muito, aguardava a hora de embarque e tão logo foi feita a chamada para o voo, uma porção de passageiros desesperados amontoaram-se à frente, deixando crianças, idosos e deficientes, com suposta preferência, entrarem por último. Sorte que os lugares eram marcados e assim não coube aos primeiros o privilégio da escolha. Entrei no voo por último, suspirando aliviado e pensando minha sorte em não estar buscando lugar no metrô, que disputa com maior sofreguidão bem mais passageiros.





Confesso que não me habituo a essa rotina agressiva e acho muito estranho tudo isso, recordando-me de tempos atrás quando havia uma coisa civilizada chamada “fila” que, agora, parece ter desaparecido.





Nada de surpreendente no que acima se relata. Não há morador de cidade grande ou média que não percebe essa evidência, que não sabe de pai que vai a escola reclamar da falta de disciplina e atira cascas de frutas pela janela ou estaciona em mão dupla. Ser empurrado, levar cotovelada, tapa na orelha e xingamento tornou-se comum e quem desejar ficar livre desses assédios que não tente sair de casa. Ou se aprende a empurrar ou se é empurrado cada vez mais. Nada disso parece causar estranheza, mas por paradoxal que possa parecer, existem os que ficam surpreendidos com o avolumar da indisciplina em sala de aula.





A sala de aula é e sempre foi um espaço que expressa continuidade da vida, reflexo do entorno. Se assim não for, não será sala de aula verdadeira, não permitirá que o aluno contextualize em sua existência os saberes que ali aprende. Ora se a sala de aula é reflexo da sociedade e se a sociedade urbana perdeu noção de compostura e disciplina, como esperar que a escola transforme-se em um aquário social, tornando-se diferente da rua? Se aqui se fechasse esta crônica, ficaria por certo uma questão essencial. Quer dizer então que não adianta combater a indisciplina em sala de aula, uma vez que este espaço reproduz a ausência de disciplina que campeia pelas ruas?



A resposta é claramente negativa.





É essencial que se restaure a disciplina em sala de aula, que se faça desse valor um objetivo a se perseguir, não para que a sala se isole da sociedade e também não para que a aula do professor fique mais confortável, mas antes para que ali ao menos se aprenda como tentar modificar o caos urbano que o desrespeito social precipitou. Mas, como fazer isso?





Em primeiro lugar transformando-se a disciplina em um “valor”. Isto é, fazendo com que seja a mesma vista como uma qualidade humana, imprescindível à convivência e fundamental para as boas relações interpessoais. A disciplina não pode, jamais, chegar ao aluno como uma ordem, um castigo, um imperativo que partindo do mais forte, dirige-se ao oprimido em nome de seu conforto pessoal, mas como “produto” de debate, reflexão, estudo de caso e análise onde se descobre a hierarquia de povos disciplinados sobre clãs sem mando ou sobre sociedades oprimidas. A Literatura, a História e a Geografia podem se transformar em espelhos que refletem que a disciplina que se busca não é apenas a que se vê na relação professor x aluno, mas toda aquela que leva um povo à vitória, um ideal à concretização. Depois de uma ampla sensibilização sobre a disciplina enquanto valor humano cabe uma franqueza cristalina na discussão de regras, princípios, normas e fundamentos que são essenciais a todos, ainda que funções diferentes impliquem em regras não necessariamente iguais. Qual a disciplina ideal na opinião dos alunos? Qual na opinião dos professores? Quais regras são boas para todos e quais sanções cabem a quem não as cumpre? Esse diálogo não deve valer somente para se sensibilizar a classe sobre o valor da disciplina, mas para formalizar verdadeiro “contrato” que unindo interesses, exigirá reciprocidade.





Em terceiro lugar um sincero convite para que todos os membros da comunidade – alunos, pais, professores, inspetores, serventes, etc. – ajudem a escola a construir os valores que objetiva. Que se mostre o que a sala de aula está fazendo e o que espera que faça o cidadão, que se busque algumas simples regras para a comunidade que uniformizando a solidariedade, sinaliza, para a construção de um ideal. É a oportunidade para mostrar que o belo e o bom não são questão de preço, mas ação comportamental de uma comunidade. É possível imaginar o efeito de um boicote de clientes contra a instituição pública ou privada que menospreze a disciplina? A construção de regras implica tacitamente na proposição de sanções quando de sua infringência, tal como no esporte o descumprir da regra implica na falta, e estas sanções necessitam menos castigar que orientar menos punir e bem mais relevar o sentido e a significação de se viver em grupos.





Isto mudará o mundo fora da escola, além do entorno e de sua comunidade? Ocorrerá a restauração da fila e o voltar do respeito? Impossível ter certeza, mas ainda sem ela fica a convicção de que se a comunidade não fizer da sala de aula o seu espelho, ao menos os alunos e mestres desta sala a transformarão em abrigo sereno que sonha transformar-se em pequenino modelo para uma comunidade melhor.
 
Fonte: Jornal RMC
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