
"UM DOS MOMENTOS INESQUECÍVEIS DA VIDA DE QUALQUER CRIANÇA É QUANDO, PELA PRIMEIRA VEZ ELA JUNTA UMA LETRINHA,MAIS OUTRA E MAIS VÁRIAS DELAS E COMEÇA A...LER!!É UMA CONQUISTA TÃO IMPORTANTE QUE SERÁ USUFRUÍDA PELO RESTO DE SUA VIDA E ABRIRÁ,A CADA DIA,UMA NOVA JANELA PARA O MUNDO..."(MAURÍCIO DE SOUSA)
ESCOLA CÔNEGO PEDRO...AQUI SOMOS TODOS IGUAIS!!
"DEIXO RENASCER EM CADA AULA A CRIANÇA QUE BRINCA COMIGO,PARA FAZER BRINCAR TANTAS OUTRAS CRIANÇAS..."RAUL FERREIRA NETO(RECREAÇÃO NA ESCOLA)
sábado, 30 de junho de 2012
NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO
ENTREVISTA ON-LINE/CONSTRUTIVISMO
Construtivismo
como forma de alfabetização
O conceito construtivista vem crescendo
como forma de alfabetização com o passar dos anos. Não é um método de ensino, mas
valoriza o estímulo da própria criança no aprendizado.
Com as ideias do
pesquisador e biólogo Suíço Jean Piaget, a criança precisa ser instigada junto
da curiosidade para aprender, procurando respostas a partir de seus
conhecimentos e com a interação com a realidade e com as pessoas a sua volta.
Uma aluna do pesquisador chamada Emilia Ferrero, com base em suas pesquisas
junto da ideia de Jean, ampliou a teoria e concluiu que a criança pode se
alfabetizar sozinha, desde que esteja em um ambiente que a estimule e que a
faça ter contatos com letras e textos; Dessa forma surgiu a teoria construtivista.
O construtivismo não é
um método de ensino, como muitos ainda acreditam que é, e sim uma teoria com
base nas pesquisas ditas anteriormente, propõe que o aluno participe ativamente
do seu próprio aprendizado, mediante a experimentação, brincadeiras, o estímulo
da dúvida e do raciocínio, entre outros procedimentos que podem ser aplicados
dentro da sala de aula. Conforme a Pedagoga graduando em Pedagogia Educação Especial pela
UFSM/EAD Patrícia Freitas, “O construtivismo
não segue um esquema pronto; tudo vai sendo construído pelo professor junto com
a turma, com os temas que surgem ou que estão no planejamento. Os jogos, textos
e atividades vão sendo criados ou pesquisados, mas sempre dentro de um contexto,
dentro da realidade,do cotidiano do aluno”.
A teoria enfatiza a
importância do erro não como algo ruim, mas sim como um caminho para
aprendizagem da criança, e também condena a rigidez no ensino, as avaliações
padronizadas e a utilização de materiais didáticos, como a cartilha, “As
cartilhas são um assassinato a inteligência, textos fora da realidade,
repetição sem significação. Até se aproveita alguma coisa como: figuras, tipo
de letras... mas a teoria não segue algo pronto, estagnado” completa Patrícia.
A teoria defende que todas as disciplinas devem estar voltadas para a reflexão
e a autoavaliação, assim a escola que utiliza desses procedimentos não é
considerada rígida.
Em linhas gerais a pedagogia construtivista se distingue por não ter fórmulas, parte sempre da hipótese do aluno, como ele pensa que se escreve então o professor vai criar situações para "provocar" o avanço do aluno, provocar a dúvida. Existem atividades específicas para cada nível de aluno de acordo com o processo de alfabetização, para provocar a reflexão acerca da escrita. “É uma teoria voltada para a alfabetização, mas também se aplica a todos os níveis de alunos, onde se valoriza a ideia do aluno, no qual ele é motivado a procurar respostas, argumentar. Paulo Freire dedicou-se a alfabetização de adultos baseado na proposta construtivista.” Acrescenta Patrícia.
O construtivismo é mais do que uma linha pedagógica, é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do individuo no decorrer de sua vida, pois conforme Piaget, o ser humano está em constante crescimento, ainda não é um ser perfeito e com base nos estímulos se desenvolve cada vez mais. E essa prática tem bons resultados na aprendizagem das crianças, pois se bem aplicada, forma alunos pensantes, críticos e cada vez mais curioso para descobrir o que acontece no mundo, ainda mais com o aumento da tecnologia.
Atualmente existem muitas escolas que utilizam da teoria, porém, em sua maioria são escolas particulares na qual o valor chega ser muito alto. Nas universidades, no curso de pedagogia é explicada essa teoria, mas deixando claro que não são todas as escolas que atendem dessa prática para ser utilizada como ensino para os alunos, fazendo assim com que pensam mais sobre a aprendizagem das crianças, para serem bons professores no futuro, pois há também quem não defenda essa prática de ensino.
ENTREVISTA ON-LINE CONCEDIDA A ESTUDANTE DE JORNALISMO ÁGATHA ALVES DA UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO(UNINOVE) DE SÃO PAULO.domingo, 24 de junho de 2012
AS TICS E AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Pode-se colocar dentro da discussão de inclusão digital a questão do acesso as TICs por portadores de necessidades especiais. As tecnologias de Informação e comunicação oferecem para este seguimento social um possibilidade de desenvolvimento das limitações impostas por sua condição fisiológica. O próprio Vygostsky, um dos maiores nomes na teoria da educação, enfatiza a importância da ação, da linguagem e dos processos interativos na construção das estruturas mentais superiores. O acesso aos recursos oferecidos pela sociedade, escola, tecnologias, etc., influenciam determinantemente nos processos de aprendizagem da pessoa. veja este documentário sobre a importância que este software está trazendo para surdos nas escolas:
Entretanto, as limitações do indivíduo com deficiência tendem a se tornarem uma barreira para esse aprendizado. Desenvolver recursos de acessibilidade seria uma maneira concreta de neutralizar as barreiras causadas pela deficiência e inserir esse indivíduo nos ambientes ricos para a aprendizagem, proporcionados pela nova cultura no qual a sociedade está inserida.
Por meio do desenvolvimento de recursos de acessibilidade, as ferramentas TICs abrem uma possibilidade de combate aos preconceitos, impostos pelas limitações, oferecendo uma oportunidade de condições para interagir e aprender, explicitando com mais facilidade e sendo tratado como um “diferente-igual”… Ou seja, “diferente” por sua condição de pessoa com deficiência, mas ao mesmo tempo “igual” por interagir, relacionar-se e competir em seu meio com recursos mais poderosos, proporcionados pelas adaptações de acessibilidade de que dispõe. Assista este vídeo sobre as tecnologias a serviço dos deficientes:
Por meio do desenvolvimento de recursos de acessibilidade, as ferramentas TICs abrem uma possibilidade de combate aos preconceitos, impostos pelas limitações, oferecendo uma oportunidade de condições para interagir e aprender, explicitando com mais facilidade e sendo tratado como um “diferente-igual”… Ou seja, “diferente” por sua condição de pessoa com deficiência, mas ao mesmo tempo “igual” por interagir, relacionar-se e competir em seu meio com recursos mais poderosos, proporcionados pelas adaptações de acessibilidade de que dispõe. Assista este vídeo sobre as tecnologias a serviço dos deficientes:
Mary Pat Radabaugh já sinalizou o impacto que as TICs podem ter sobre a vida de pessoas portadoras de deficiência:
“Para as pessoas sem deficiência, a tecnologia torna as coisas mais fáceis. Para as pessoas com deficiência, a tecnologia torna as coisas possíveis.” (RADABAUGH, 1993)
Nesses casos, as TIC podem ser utilizadas ou como Tecnologia Assistiva, ou por meio da Tecnologia Assistiva.
Entenda melhor sobre Tecnologia Assistiva:
“Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social” (Comitê de Ajudas Técnicas, CORDE/SEDH/PR, 2007).
São considerados recursos de Tecnologia Assistiva, portanto, desde artefatos simples, como uma colher adaptada, uma bengala ou um lápis com uma empunhadura mais grossa para facilitar a preensão, até sofisticados sistemas computadorizados, utilizados com a finalidade de proporcionar uma maior independência e autonomia à pessoa com deficiência (GALVÃO FILHO e DAMASCENO, 2006).
Fonte: Adaptado do texto de Teófilo Alves Galvão Filho (http://www.galvaofilho.net)
SOFTWARE PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
PESQUISA SOBRE SOFTWARE PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
PENSO QUE CADA VEZ MAIS SE FAZ NECESSÁRIO O ACESSO AS TICS PELOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS PARA QUE REALMENTE ACONTEÇA A VERDADEIRA INCLUSÃO.
NUM NUNDO GLOBALIZADO E DE INCLUSÃO,COMO NÃO POSSIBILITAR ESSE ACESSO AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS?
APÓS A PESQUISA DESPERTOU MEU INTERESSE O SOFTWARE DESENVOLVIDO PARA PESSOAS COM PROBLEMAS MOTORES GRAVES-MOTRIX.
MOTRIX
O MOTRIX é um software que permite que pessoas com deficiências motoras graves, em especial tetraplegia e distrofia muscular, possam ter acesso a microcomputadores, permitindo assim, em especial com a intermediação da Internet, um acesso amplo à escrita, leitura e comunicação. O acionamento do sistema é feito através de comandos que são falados num microfone.
O uso do Motrix torna viável a execução pelo tetraplégico de quase todas as operações que são realizadas por pessoas não portadoras de deficiência, mesmo as que possuem acionamento físico complexo, tais como jogos, através de um mecanismo inteligente, em que o computador realiza a parte motora mais difícil destas tarefas. O sistema pode ser acoplado a dispositivos externos de “home automation” para facilitar em especial a interação do tetraplégico com o ambiente de sua própria casa.
O Motrix vem sendo desenvolvido no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde março/2002
PENSO QUE CADA VEZ MAIS SE FAZ NECESSÁRIO O ACESSO AS TICS PELOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS PARA QUE REALMENTE ACONTEÇA A VERDADEIRA INCLUSÃO.
NUM NUNDO GLOBALIZADO E DE INCLUSÃO,COMO NÃO POSSIBILITAR ESSE ACESSO AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS?
APÓS A PESQUISA DESPERTOU MEU INTERESSE O SOFTWARE DESENVOLVIDO PARA PESSOAS COM PROBLEMAS MOTORES GRAVES-MOTRIX.
MOTRIX
O MOTRIX é um software que permite que pessoas com deficiências motoras graves, em especial tetraplegia e distrofia muscular, possam ter acesso a microcomputadores, permitindo assim, em especial com a intermediação da Internet, um acesso amplo à escrita, leitura e comunicação. O acionamento do sistema é feito através de comandos que são falados num microfone.
O uso do Motrix torna viável a execução pelo tetraplégico de quase todas as operações que são realizadas por pessoas não portadoras de deficiência, mesmo as que possuem acionamento físico complexo, tais como jogos, através de um mecanismo inteligente, em que o computador realiza a parte motora mais difícil destas tarefas. O sistema pode ser acoplado a dispositivos externos de “home automation” para facilitar em especial a interação do tetraplégico com o ambiente de sua própria casa.
O Motrix vem sendo desenvolvido no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde março/2002
FUNCIONAMENTO E CARACTERÍSTICAS DO MOTRIX
OS COMANDOS SÃO ACIONADOS POR COMANDO DE VOZ,INCLUINDO MOUSE E TECLADO,A ÚNICA COISA A SER FEITA É LIGAR O PC.
O PROGRAMA POSSIBILITA QUE O PORTADOR DE NECESSIDADE ESPECIAL REALIZE VÁRIAS TAREFAS,TENDO A POSSIBILIDADE DE LER OU NÃO NA BARRA DO WINDOS O QUE FOI SOLICITADO.
OS COMANDOS FORAM CUIDADOSAMENTE SELECIONADOS PARA QUE POSSIBILITEM CLAREZA E DIFERENCIAÇÃO SONORA DAS PALAVRAS.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
O QUE É SÍNDROME?
Você já deve ter
escutado muitas vezes falar em síndrome. Síndrome de Down, de Asperger, de
Estocolmo, de Marfan, de Parkinson, de Peter Pan, de Tourette, do túnel do
carpo… Existem várias delas. Mas você sabe o que é uma síndrome? Síndrome é um
conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença ou condição de saúde,
ou seja, as características que definem um tipo de doença e a diferencia de
outras. Como exemplo, podemos citar a Síndrome de Down: algumas de suas
características são prega palmar única, flexibilidade excessiva das articulações
e defeitos cardíacos congênitos. Esses últimos são frequentes, porém não
determinantes para o diagnóstico da Síndrome de Down. Assim se percebe que esse
conjunto de sinais e sintomas não precisa, necessariamente, aparecer por
completo, com todas as suas características, em uma só pessoa. Em geral, como
você pode ver nos exemplos do primeiro parágrafo, a síndrome recebe o nome do
cientista que a identificou. A Síndrome de Down recebeu esse nome em homenagem
ao médico britânico John Langdon Down, que a descreveu em 1866. Para o
diagnóstico correto de uma síndrome, é necessária a pesquisa com consultas e
exames complementares. Somente assim o tratamento correto poderá ser iniciado.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
ATIVIDADE COM DESENHO "OS SEM FLORESTA"(COM FOTOS)
LISTA DE PALAVRAS... |
A PARTIR DO DESENHO... |
HIPÓTESES DE ESCRITA... |
TROCA DE CONHECIMENTOS... |
COM OS COLEGAS... |
DESTACANDO A LETRA INICIAL... |
COM COLA COLORIDA... |
MATERIAL PARA LEITURA... |
ILUSTRANDO A LISTA... |
COM RECORTES... |
PESQUISANDO PALAVRAS... |
NA LISTA CONSTRUÍDA... |
ALFABETIZAÇÃO SIGNIFICATIVA... |
CINEMINHA....OS SEM FLORESTA(COM FOTOS)
domingo, 3 de junho de 2012
ALFABETO MÓVEL COM CAIXINHAS...(COM FOTOS)
TRABALHANDO COM LISTA DE PALAVRAS...(COM FOTOS)
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