ESCOLA CÔNEGO PEDRO...AQUI SOMOS TODOS IGUAIS!!

"DEIXO RENASCER EM CADA AULA A CRIANÇA QUE BRINCA COMIGO,PARA FAZER BRINCAR TANTAS OUTRAS CRIANÇAS..."RAUL FERREIRA NETO(RECREAÇÃO NA ESCOLA)

domingo, 7 de agosto de 2011

ATIVIDADES PARA O DIA DOS PAIS...

POESIA...

ENTREVISTA...

MODELO PARA PORTA-TRECOS...

ETIQUETAS...

ETIQUETAS...

ETIQUETAS...

ETIQUETAS...

CARTÃO...

CARTÃO...

CARTÃO...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

PROJETO"DIGA NÃO AO BULLYING,CONSTRUA A PAZ"

POMBINHAS DA PAZ,CONFECCIONADAS PELOS ALUNOS E DISTRIBUÍDAS NA ESCOLA...

PROJETO "DIGA NÃO AO BULLYING,CONSTRUA A PAZ"(com fotos)

A RECEITA DA PAZ...








BRUNO,NOSSO VIOLEIRO...
2ºANO C, CANTANDO PARA OS COLEGAS...

INTEGRAÇÃO ENTRE AS TURMAS...

TODOS ATENTOS...


OUVINDO COM ATENÇÃO...

A SEMENTINHA FOI PLANTADA...
TODOS UNIDOS PELA PAZ...
QUE LINDOS...

NO CÔNEGO PEDRO,SOMOS DA PAZ...

LIVRINHO"A RECEITA DA PAZ"










quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Links para jogos educativos - Matemática

Mais links para facilitar o trabalho nas aulas de matemática. Maravilhosos!!!

Adição






material dourado



Contando de 1 à 20




Comparando números – maior ou menor



Ordenando números de 0 à 10



Ordenando números de 0 à 100

Folclore - atividades on line

Dicas com os personagens do folclore para adivinhar


Cantigas folclóricas para completar com palavras que faltam


Quebra-cabeça com os personagens do folclore
http://www.umacidadeinterativa.com.br/jogos/brincando_com_o_folclore/index.html

RECEBENDO VISITA....(com fotos)

AQUI É PORTUGAL...

MEU BRASIL...


MAPA MUNDI...
NO DIA 04/08 A ESCOLA CÔNEGO PEDRO,RECEBEU A CONVITE DO PROFESSOR DENILSON,A VISITA DO DIRETOR E PROFESSOR JOÃO,DA ILHA DE AÇORES EM PORTUGAL,O QUAL ESTAVA PARTICIPANDO DO FÓRUM DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO.A TURMINHA DO 2ºANO C ,APROVEITOU PARA FAZER REGISTRO,LEITURA,VISUALIZAR MAPAS E RELEMBRAR OUTROS CONHECIMENTOS JÁ OBTIDOS NAS AULAS SOBRE ESSE POVO.A TURMINHA ADOROU!!
PROFE PATRÍCIA,PROF.DENILSON, PROF.JOÃO E 2ºC...
BRASIL E PORTUGAL...
NOSSO REGISTRO...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

MATEMÁTICA E LUDICIDADE(com fotos)


Desafios da Família e da Escola perante o rendimento Escolar



Algumas das principais políticas para a educação no País, hoje, centram-se sobre a “correção do fluxo escolar”, isto é, a diminuição dos índices de evasão e repetência, assim como as diversas práticas de “aceleração”. Os resultados dessas políticas são avaliados por meio de estatísticas de desempenho escolar, que vêm sendo alardeadas pelos educadores como grandes vitórias.



VISÃO CRÍTICA SOBRE A REPROVAÇÃO



1 – Reprovação Escolar

A reprovação escolar começa desde o início das aulas. Portanto, é a partir de agora que os pais devem acompanhar seus filhos. Existem muitos sinais de que algo não vai bem e precisam ser observados: Desinteresse na aula? Não entende o que o professor fala?Não gosta do professor? Não faz as tarefas de casa?Não te material Nem sabia que tinha de entregar? Quer cabular a aula, sempre se atrasa, tudo é motivo para faltar? Por que está evitando ir à aula? Fugir resolve?



A atividade pedagógica que se dá na escola supõe um quase infindável conjunto de atividades, de recursos, de decisões, de pessoas, de grupos e de instituições, que vão desde as políticas públicas, as medidas ministeriais, passando pelas secretarias de educação e órgãos intermediários, chegando à própria unidade escolar em que se supõem envolvidos o diretor, seus auxiliares, a secretaria, os professores, seu salário, suas condições de trabalho, o aluno, sua família, os demais funcionários, os coordenadores pedagógicos, o material didático disponível. Etc. etc. Mas, no momento de identificar a razão do não aprendizado, apenas um elemento é destacado: o aluno.




Nisso se resume o papel essencial da escola: levar o aluno a querer aprender. Este é um valor que não se adquire geneticamente; é preciso uma consistente relação pedagógica para apreendê-lo. Sem ele, o aluno só estuda para ser livre do estudo, respondendo a testes e enganando a si, aos examinadores e à sociedade. Mas defender a retirada da reprovação não significa apoiar “reformas” demagógicas de secretarias de educação com a finalidade de maquiar estatísticas.






2. Olhando para as Escolas

Lançando um olhar sobre a escola de hoje, ainda temos presente muitos aspectos que precisam ser melhorados. Não podemos esquecer de destacar os passos e avanços já dados pelas escolas,na educação de forma geral.
Uma das preocupações nossas hoje, é lançarmos um olhar mais aprofundado, sem querer esgotar o assunto, sobre o universo muito amplo na reprovação



3. Reprovação x aluno



O aluno que é reprovado muitas vezes sente-se excluído da escola, lugar em que ele vai porque busca aprender e ao chegar lá, se não conseguir acompanhar o ritmo dos professores e da própria escola é reprovado, quantas vezes for preciso. Acredito que a escola deve ser um lugar onde os alunos possam sanar suas dúvidas e aprender aquilo que não sabem, pois é para isso que vão até ela. O aluno que é reprovado mais uma vez, tem maiores chances de ser um desistente. Começa o ano, e se não está bem sai da escola, pois sebe que vai reprovar.



A escola precisa conhecer o contexto concreto em que seus alunos estão envolvidos, a realidade que os cerca, para assim poder ajudá-los melhor. Conhecendo seus alunos, seus problemas, dificuldades, realidade familiar, social, será mais fácil compreender e auxiliar o aluno no seu processo educacional.



A saber, a escola é o lugar onde se busca o conhecimento dos mais diversos modos, pois se todos fossem inteligentes o suficiente não precisaria de escolas. Se a escola não entender isso acabará sempre fazendo com que seus alunos sejam apenas instrumentos, coisas e não meios e pessoas que caminham com ela.



4. Repetir o ano – um prejuízo


A crise que uma repetência de ano pode causar na cabeça dos pais faz com que muitas escolas hesitem antes de reprovar uma criança. E, no entanto, há casos em que repetir o ano pode significar não só um alívio, como um fecundo recomeço na vida daquela criança. A questão é: quando e por que reprovar?



A reprovação nunca acontece por fator isolado. Se você reprova uma criança na terceira série e examina seu histórico, certamente percebe que ela já teve dificuldades na alfabetização, especialmente na segunda série, quando começou a trabalhar mais com textos de Ciências e Estudos Sociais. As exigências foram aumentando ela chegou a um ponto em que era muito penoso continuar.



4.1 – Avaliação ou reprovação?



“Esse sistema seriado, em que o aluno só passa para série seguinte se tiver construído um mínimo de conhecimento da série atual, precisa ser modificado. Temos que ser coerentes. Se utilizarmos o sistema seriado não podemos utilizar a aprovação automática. Tem que haver a reprovação nos casos que, comprovadamente, consistem na melhor forma de fazer com que o aluno aprenda.



Na educação escolar, professores, pais, responsáveis e educadores devem estar atentos para o aparecimento das fragilidades da criança.



Educar é, antes de tudo, alimentar e esperança de que o outro e nós mesmos podemos mudar ampliando nossa possibilidade de convívio e de conhecimento. (BRUNO,2005,p.71)



Maria do Carmo Amaral

Educandário Christus

OUTROS ARTIGOS NA ÍNTEGRA

Incentivando os pais a participar da reunião


Coloque este cartaz nas áreas externas de sua escola e atraia os pais para este importante momento .

Como auxiliar a criança no dever de casa

Estimule a participação dos pais na Educação formal! Exponha este cartaz no portão da sua escola.

A criança e a timidez




A Criança e a Timidez


"Série: Criando uma mente saudável – Parte 6”


Autores: Jon Talber / Ester de Cartago[1]
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A timidez também se aprende, ela não nasce como parte integrante do ser. A criança tímida aprendeu a ser assim. Trata-se de mais um comportamento pré-fabricado, dentre tantos que existem para rotular os indivíduos, lhes dar identidade. A timidez também se torna um identificador de indivíduos, é a mesma coisa que outros rótulos, tais como, medroso, ou corajoso, culto, popular, extrovertido, etc.

Um indivíduo corajoso, apenas repete os gestos superficiais, alegóricos, que caracterizam aquilo que chamamos de coragem. Assim coragem, ou demonstração de bravura, são simples roteiros que se seguidos à risca, tornam qualquer um medroso, ou corajoso, ou bondoso, não significando, entretanto, que internamente, dentro de si, aquele indivíduo seja qualquer uma dessas coisas.


Se, para se fazer um bolo basta seguir um receituário, para ser medroso ou corajoso, vale a mesma regra. É como um ator a representar seu papel teatral daquele dia. Representando, fingindo, ele é capaz de se tornar corajoso, ou extrovertido, ou covarde. Ele pode se tornar qualquer personagem, sem, no entanto, ser nenhum deles de fato.

Para entender a timidez, precisamos entender como se sente alguém tímido, que fatores externos e depois internos, o levaram a interpretar, na vida real, esse papel ingrato. Mais importante, no entanto, é compreendermos porque existe este tipo de comportamento, esse modelo de personalidade, que faz parte de um indivíduo, que às vezes o domina, que o controla e dirige a sua vida, aparentemente, à revelia da sua vontade.

Sabemos como nasce alguém tímido. Eles são criados a partir das comparações com outrem. Afinal de contas, um tímido é alguém que sempre está em desvantagem, seja em relação a um, seja em relação a muitos. Ele se compara, não porque o deseje, mas porque já foi comparado antes, e logo se sente inferior, é um sentimento de inferioridade, de incapacidade. Logo sua auto-estima é baixa.

Criamos o tímido quando louvamos qualidades nos filhos alheios, ou dos seus colegas, ou dos seus irmãos, deixando claro que estas, a nossa criança, aquela que é comparada, não possui. Um padrão de beleza que todos desejam ter, que passa a valer como ingresso de aceitação social, como um salvo conduto para merecer a atenção de um grupo, como um ingresso para fazer parte desse grupo, cria ou acentua a sensação de insegurança, própria do tímido.


Por isso trabalho em grupo é tão importante, sendo essencial, no entanto, que educadores e pais, criem na turma a ideia de igualdade. Isso se consegue na delegação adequada das tarefas, onde, ninguém deverá receber méritos diferenciados, ou ser elogiado por alguma particularidade. Deve-se elogiar sim, não um autor, mas a qualidade do trabalho, destacando-se as qualidades de cada um, sem classificar como menos ou mais, mas como igualmente importantes quando postas em conjunto, como resultado final.

Ao educador resta o respeito à criança, só assim poderá ajudar.




Compreender a timidez, isto é, seu plano de atuação na formação da psique da criança ou jovem, liberta o adulto inseguro, frustrado, violento e insatisfeito que seria seu futuro. Não podemos menosprezar a sensação de insegurança, que é quase uma regra entre os mais novos, assim como não podemos menosprezar, o medo que tenham, por exemplo, de falar em público. Isso apenas aumenta sua frustração e sensação de pequenez, que por si mesmo já é grande, não precisando, portanto, de alguém para lhes lembrar daquilo que já sabem ser.

Restaurar a segurança, ou confiança perdida, de uma criança ou jovem, primeiro começa pela compreensão, da parte do educador, de que aquele sentimento merece atenção e consideração. E apenas assim, ao ganhar o respeito do educador que se mostra solidário consigo, ela se mostrará disposta a ouvir seus conselhos.

Compreender então as diferenças, respeitá-las assim como o são, deve ser o primeiro passo do educador que deseja ajudar. Mas só poderá ajudar se o outro o permitir, e este só lhe dará acesso, se confiar em suas intenções. Isso se comprova pelo comportamento, palavras e ações, e nunca com discursos, por mais floridos que possam parecer. O tímido é mais observador que os demais, está sempre atento, até como meio de se proteger dos ataques que sempre acham virão de fora.

E finalmente, não se cura a timidez com as comparações, isso apenas tende a agravar o quadro. Comparar um tímido a alguém de comportamento não retraído, é o mesmo que fazê-lo sentir-se culpado pelo fato de ser inseguro, quando na verdade ele o aprendeu a ser. Aprendeu de forma involuntária, à revelia de sua vontade, do seu consentimento, sem direito à escolha. Lembre-se sempre de que, nós também aprendemos todos os nossos desejos e manias, medos e vaidades, sejam desagradáveis ou não, sem o nosso consentimento, se depois os rejeitamos ou aprovamos, isso é outra história.

ESTUDO DA MÚSICA"AMIGO E COMPANHEIRO"


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Esse Blog vale Ouro!!!!!


Estou muito feliz com o carinho da CIDA do blog:http://dialogoeducacao.blogspot.com/

Valeu, CIDA!


Obrigada!!!!


Regrinhas:
1 - Exibir a imagem do selinho em seu blog;
2 - Postar o link do blog que o indicou
3 - Publicar as regras;
4 - Indicar 10 blogs para receberem;
5 - Avisar aos indicados.
eu ofereço este selinho aos seguintes blogs:
1-http://dialogoeducacao.blogspot.com/2-http://alfabetizandocommonicaeturma.blogspot.com/2011_01_01_archive.html3-http://ensinandocomdedicacao.blogspot.com/4-http://supervisaosuperacao.blogspot.com/5-http://pragentemiuda.blogspot.com/6-http://ecpedro.blogspot.com/search?updated-min=2011-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2012-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=13 7-http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/8-http://apaixonadosporletramento.blogspot.com/2011_01_01_archive.html9-http://professoravivianferreira.blogspot.com/2011_01_01_archive.html 10-http://www.falandodaeducacao.blogspot.com/


VOLTA ÀS AULAS...(com fotos)

A TURMINHA CHEGOU CHEIA DE NOVIDADES,PARA CONTÁ-LAS CADA UM FEZ MÍMICAS,PARA QUE OS COLEGAS DESCOBRISSEM O QUE FIZERAM NAS FÉRIS . A ATIVIDADE ENCERROU COM OS REGISTROS E LEITURA.

RESGATANDO VALORES...AMIZADE

VOLTAMOS ÀS AULAS RESGATANDO O DIA DO AMIGO,A VALORIZAÇÃO DAS AMIZADES,COMO SER UM BOM AMIGO...
ATIVIDADES A PARTIR DA MÚSICA:CANTO,EXPRESSÃO CORPORAL EM DUPLAS,INTERPRETAÇÃO,LEITURA,TEXTO FATIADO,COMPLETAR O TEXTO.CONSTRUÍMOS UMA ESCULTURA DE CHOCOLATE PARA TROCAR COM O AMIGO...CLARO QUE A TURMINHA ADOROU!FIZEMOS CARTÃO E EMBALAGEM!!O RETORNO FOI DE ESTUDO,MAS NUM CLIMA DE AFETO E ACOLHIMENTO,TÃO NECESSÁRIO AO APENDIZADO DOS PEQUENOS!!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

VOLTA ÀS AULAS!!

DESCANSAR É PRECISO,RECARREGAR AS ENERGIAS,REPENSAR NOSSA PRÁTICA,DEDICAR-NOS UM POUCO MAIS À FAMÍLIA....MAS ESTAR DE VOLTA...TAMBÉM É MUUUITO BOM!!BOM RETORNO À TODOS!!
MIMO PARA TURMINHA...

Projeto sobre Bullying

                                         Plano de Projeto


Elaboração e execução:Professores do Ensino Fundamental

Coordenação: Serviço de Supervisão Escolar.

Período de Execução: 2º Semestre/2011



TEMA: Diga não ao Bullying! Construa a Paz na Escola

A. Escopo

1.Situação geradora:

A escola como extensão da sociedade não está isenta dos comportamentos violentos e agressivos manifestados nas mais diversas formas. Com características próprias o Bullying escolar está exigindo uma tomada de posição. Este projeto composto por um conjunto de estratégias para prevenção e combate ao Bullying, a ser implantado no segundo trimestre do corrente ano, representa uma das iniciativas visando à construção da Paz na Escola.

2. Objetivos Gerais:

Construir a Paz na escola através do resgate dos valores morais e éticos, dos princípios de solidariedade, amor e respeito ao próximo, cooperação fraternal.

Educar para a tolerância, compreensão, empatia, em prol da construção da Paz na escola.

3.Objetivos Específicos:

Favorecer a formação de opinião, levando a mudanças de posicionamento e de atitudes. Conhecer o fenômeno bullying, refletindo sobre suas consequências na vida dos alunos.
Divulgar o conceito de bullying não só no ambiente escolar e familiar, mas também para a sociedade.
Oferecer atividades que trabalhem valores como tolerância e solidariedade.
Ensinar os alunos a conviver com as diferenças.
Promover o diálogo entre os alunos, despertando-lhes a consciência crítica.
Resgatar as regras principais de convivência, valorizando o respeito ao próximo e a si mesmo.
Sensibilizar os alunos em relação à importância da boa convivência para criar um ambiente agradável na sala de aula.


4.Resultados Esperados:

Que através deste projeto seja possível realizar o resgate de valores e o respeito ao próximo sensibilizando os alunos em relação à importância da boa convivência em busca de um ambiente escolar agradável.





5.Abrangência:

Comunidade Escolar.



B, Plano de Ação



1-Ações, atividades, tarefas:

· Textos, poesias, mensagens, fábulas.

· Criação do Estatuto da Sala (com regras e multas)

· Debate sobre bullying e palestra com um profissional capacitado·

. Produção de texto

· Dramatização (sobre bullying)

· Confecção de folder, painel, cartaz, mural sobre o assunto

· Confecção de livro

· Dinâmicas de grupo

· Entrevistas

. Pesquisas

 . Correio elegante (onde o conteúdo será elogiar comportamento positivo do colega)

· Filmes

- Seminário

1.1Culminância

Mostra de trabalhos feitos ao longo do projeto na V FEIRA DO LIVRO: PEQUENOS ESCRITORES/GRANDES HISTÓRIAS.

2.Cronograma:

2º semestre de 2011

3.Avaliação:

A constatação do alcance dos objetivos será feita através das produções dos alunos  e pela qualidade de relacionamento estabelecida entre os pares iguais e od demais segmentos.


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