ESCOLA CÔNEGO PEDRO...AQUI SOMOS TODOS IGUAIS!!

"DEIXO RENASCER EM CADA AULA A CRIANÇA QUE BRINCA COMIGO,PARA FAZER BRINCAR TANTAS OUTRAS CRIANÇAS..."RAUL FERREIRA NETO(RECREAÇÃO NA ESCOLA)

domingo, 17 de julho de 2011

O que é disgrafia?


DISGRAFIA:







A disgrafia pode ser caracterizada como um tipo de dificuldade de aprendizagem relacionada à linguagem, caracterizada por alterações na pressão da letra e falta de harmonia nos movimentos dissociados, bem como signos gráficos indiferenciados.
Entre as causas da disgrafia, acredita-se que estão os distúrbios da psicomotricidade em geral, e da percepto-motricidade em particular. No entanto, a disgrafia, assim como outros distúrbios de aprendizagem, não é considerada uma doença. Trata-se, de uma dificuldade que pode ser contornada com acompanhamento adequado, direcionado às condições de cada caso. Em muitos casos, a disgrafia também está associada à uma dislexia.


Como a escrita disgráfica pode ser observada através de manifestações como traços pouco precisos e incontrolados ou traços demasiado fortes que vinquem o papel, muitas vezes ela é confundida com a “má caligrafia” ou “letra feia”. Dessa forma, entende-se que a disgrafia seria a continuidade de uma fase pré-caligráfica, quando a letra tem dimensões irregulares, tremores, angulações, inclinações e arranjo espacial desordenado.
A disgrafia, por estes fatores,  é também chamada de letra feia. Isso acontece devido a uma incapacidade de recordar a grafia da letra. Ao tentar recordar este grafismo escreve muito lentamente o que acaba unindo inadequadamente as letras, tornando a letra ilegível.
Algumas crianças com disgrafia possuem também uma disortografia amontoando letras para esconder os erros ortográficos. Mas não são todos disgráficos que possuem disortografia
A disgrafia, porém, não está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual.


Características:


- - Lentidão na escrita.
- - Letra ilegível.
- - Escrita desorganizada.
- - Traços irregulares: ou muito fortes que chegam a marcar o papel ou muito leves.
- - Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial.
- - Desorganização do texto, pois não observam a margem parando muito antes ou ultrapassando. Quando este último acontece, tende a amontoar letras na borda da folha.
- - Desorganização das letras: letras retocadas, hastes mal feitas, atrofiadas, omissão de letras, palavras, números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um S ao invés do 5 por exemplo).
- - Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou muito grande, escrita alongada ou comprida.
- - O espaço que dá entre as linhas, palavras e letras são irregulares.
- - Liga as letras de forma inadequada e com espaçamento irregular.


O disgráfico não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.


Tipos:


Podemos encontrar dois tipos de disgrafia:
- Disgrafia motora (discaligrafia): a criança consegue falar e ler, mas encontra dificuldades na coordenação motora fina para escrever as letras, palavras e números, ou seja, vê a figura gráfica, mas não consegue fazer os movimentos para escrever
- Disgrafia perceptiva: não consegue fazer relação entre o sistema simbólico e as grafias que representam os sons, as palavras e frases. Possui as características da dislexia sendo que esta está associada à leitura e a disgrafia está associada à escrita.


Alguns estudiosos consideram outros dois tipos de disgrafia: 
 a motora e a pura. A motora atinge a maioria dos disgráficos e é a dificuldade em escrever palavras e números corretamente. Já a disgrafia pura é um pouco mais difícil de ser diagnosticada. pois atinge a criança depois de algum trauma emocional onde  a criança tenta chamar a atenção para algum problema através da letra.






Tratamento e orientações:


O tratamento requer uma estimulação lingüística global e um atendimento individualizado complementar à escola.
Os pais e professores devem evitar repreender a criança.
Reforçar o aluno de forma positiva sempre que conseguir realizar uma conquista.
Na avaliação escolar dar mais ênfase à expressão oral.
Evitar o uso de canetas vermelhas na correção dos cadernos e provas.
Conscientizar o aluno de seu problema e ajudá-lo de forma positiva.


Segundo Adelantado (2004) no tratamento da disgrafia tem de se ter em conta as seguintes considerações:

- Deve utilizar-se preferencialmente a letra cursiva com crianças disgráficas, uma vez que a letra script apresenta uma série de inconvenientes para eles, tais como dificuldade em detectar a separação das palavras, facilidade para as inversões, ritmo de escrita mais lento, necessidade de pensar em cada letra onde está o seu início, etc.).

- Deve-se ter em especial atenção na sustentação do utensílio de escrita. A utilização correcta do utensílio de escrita favorece uma boa letra e não deve ser desvalorizado o valor negativo das posturas erróneas.

- A reeducação, para além de ser terapêutica e eficaz, deve ser interessante e amena para a criança que, não se pode esquecer, sofre com as suas dificuldades na escrita. Para que a criança se sinta motivada e activa tem de se reforçar as suas pequenas evoluções e evitar a frustração e o reforço negativo. Só deste modo a reeducação terá êxito e evitar-se-ão a perda de interesse e os sentimentos de incapacidade que afectam a auto-estima da criança, tornando muito difícil a sua recuperação.



Posição correcta (primeira da esquerda) e incorrectas da mão
(Olsen, 2000 cit. por Adelantado, 2004)



Posições incorrectas: suporte múltiplo, crispada e de varrimento 
(Portellano, 1985 cit. por Adelantado, 2004)



Análise de caso:


Caso 1 - Paciente no 3 ano com queixa de cansaço ao escrever:


Letra com traço forte e “feia”, desorganização espacial do espaço ocupado na folha e com escrita lenta.


Letra mais legível com traçado menos forte, melhor organização espacial e sem cansaço ao escrever. Depois do tratamento de 2 meses:







Citação bibliográfica:


  • MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos."Disgrafia" (verbete). Dicionário Interativo da Educação Brasileira - EducaBrasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2002, http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=113, visitado em 16/7/2011.
  • Psicopedagogia Brasil, texto de Simaia Sampaio;
  • Centro de Fonoaudiologia RJ, Dra Luciana Reis.
  • Blog O movimento da escrita
RETIRADO DO ESPAÇO EDUCAR


Competências e Habilidades

Competências e Habilidades







O mesmo no Brasil, apesar de tantas inovações tecnológicas levadas à sala de aula, ainda centra-se na aquisição de conteúdos. É o professor o centro do processo de ensinoaprendizagem.

Eis o paradigma que ainda norteia o processo ensinoaprendizagem em nossas escolas: o professor é colocado na posição daquele que “possui” o conhecimento e sua tarefa é “transmiti-lo” aos alunos. Embora já faça parte do discurso escolar de que se aprende apenas na escola, a prática pedagógica revela a crença presente no interior das instituições.

Será que isto basta para atender as necessidades da sociedade atual e também do aluno que nela vive?

Estudiosos contemporâneos, afirmam que as transformações pelas quais a sociedade está passando, estão criando uma nova cultura e modificando as formas de produção e apropriação dos saberes.

Caberia então aos professores mediar a construção do processo de conceituação a ser apropriado pelo alunos, buscando a promoção da aprendizagem e desenvolvendo habilidades importantes para que eles participem da sociedade que muitos estão chamando de “sociedade do conhecimento”.

O professor é um elemento chave na organização das situações de aprendizagem, pois compete-lhe dar condições para que o aluno “aprenda a aprender”, desenvolvendo situações de aprendizagem diferenciadas, estimulando a articulação entre saberes e competências. Reafirma-se, assim, a aprendizagem como uma construção, cujo epicentro é o próprio aprendiz.

Teríamos dessa maneira: o processo de desenvolver habilidades através dos conteúdos. Em lugar de continuar a decorar conteúdos, o aluno passará a exercitar habilidades, e através delas, a aquisição de grandes competências.

A grosso modo, podemos dizer que, o que levará, efetivamente, ao bom êxito do programa, será a capacitação dos professores, para que possam atuar com desenvoltura e segurança em relação à nova proposta.

O que vem ocorrendo no ensino é uma dependência muito grande do professor em ralação ao livro didático, em detrimento de sua própria função em sala de aula. Daí, na presente orientação, a responsabilidade cair sobre o professor, independentemente do livro.

Fica evidente nesta proposta a necessidade da existência de uma atividade construtiva sobre os objetos do conhecimento, desse modo, cumprindo a função primordial da escola que é a de ensinar, agindo e intervindo para que os alunos aprendam o que sozinhos não teriam condições de fazê-lo por si mesmos.

Como consequência, teremos também uma necessária mudança no conceito do que é ensinar. O que predomina é o conceito de ensino enquanto informação, apoiado numa relação passiva professor-aluno, que na maioria das vezes por meio do livro didático, “transmite” as informações para o aluno, que normalmente as repetem, sem conseguir associá-las a uma interpretação e ligação com a realidade, que forneça sentido ao próprio aprendizado. Daí, uma das grandes dificuldades que o aluno encontra para processar e transferir essas informações para diferentes campos do saber, ou para situações que exigem uma real compreensão de conceitos.





Competência/Habilidades





As competências/habilidades são inseparáveis da ação, mas exigem domínio de conhecimentos.

Competências se constituem num conjunto de conhecimento, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam alguém para vários desempenhos da vida.

Habilidades se ligam a atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer, mas ao saber-fazer, saber-conviver e ao saber-ser.

As competências pressupõem operações mentais, capacidades para usar as habilidades, emprego de atitudes, adequadas à realização de tarefas e conhecimentos.





Algumas Competências/Habilidades:





Respeitar as identidades e as diferenças;

Utilizar-se das linguagens como meio de expressão, comunicação e informação;

Inter-relacionar pensamentos, idéias e conceitos;

Desenvolver o pensamento crítico e flexível e a autonomia intelectual;

Adquirir, avaliar e transmitir informações;

Compreender os princípios das tecnologias e suas relações integradoras;

Entender e ampliar fundamentos científicos e tecnológicos;

Desenvolver a criatividade;

Saber conviver em grupo;

Aprender a aprender.





Qual a diferença entre Competências e Habilidades?





De acordo com o professor Vasco Moretto, doutorando em Didática pela uniiversidade Laval de Quebec/Canadá:

“As habilidades estão associadas ao saber fazer: ação física ou mental que indica a capacidade adquirida. Assim, identificar variáveis, compreender fenômenos, relacionar informações, analisar situações-problema, sintetizar, julgar, correlacionar e manipular são exemplos de habilidades.

Já as competências são um conjunto de habilidades harmonicamente desenvolvidas e que caracterizam, por exemplo uma função/profissão específica: ser arquiteto, médico ou professor de química. As habilidades devem ser desenvolvidas na busca das competências”.

“De que competências se está falando? Da capacidade de abstração, do desenvolvimento do pensamento sistêmico, ao contrário da compreensão parcial e fragmentada dos fenômenos da criatividade, da curiosidade de pensar múltiplas alternativas para a solução de um problema, ou seja, do desenvolvimento do pensamento divergente, da capacidade de trabalhar em equipe, da disposição para procurar e aceitar críticas, da disposição para o risco do desenvolvimento do pensamento crítico, do saber comunicar-se, da capacidade de buscar conhecimento. Estas são competências que devem estar presentes na esfera social, cultural, nas atividades políticas e sociais como um todo, e que são condições para o exercício da cidadania num contexto democrático” PCN - Ensino Médio





As diretrizes do MEC explicam 5 competências

domínio de linguagens

compreensão de fenômenos

construção de argumentação

solução de problemas e ...

elaboração de propostas.

“Cabe ainda observar preliminarmente que as competências não eliminam os conteúdos, pois que não é possível desenvolvê-las no vazio. Elas apenas norteiam a seleção dos conteúdos, para que o professor tenha presente que o que importa na educação básica não é a quantidade de informações, mas a capacidade de lidar com elas, através de processos que impliquem sua apropriação e comunicação, e, principalmente, sua produção ou reconstrução, a fim de que sejam transpostas a situações novas” PCN – Ensino Médio

Poderíamos dizer que uma competência permite a mobilização de conhecimentos para que se possa enfrentar uma determinada situação, uma capacidade de encontrar vários recursos, no momento e na forma adequadas. A competência implica uma mobilização dos conhecimentos e esquemas que se possui para desenvolver respostas inéditas, criativas, eficazes para problemas novos.

O conceito de habilidade também varia de autor para autor, Em geral, as habilidades são consideradas como algo menos amplo do que as competências. Assim, a competência estaria constituída por várias habilidades. Entretanto, uma habilidade não “pertence” a determinada competência, uma vez que uma mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes.

Percebemos então que o papel do professor tem que estar centrado em um foco diferente do tradicional transmissor de informações.

Torna-se necessária a contextualização daquilo que é desenvolvido em sala de aula. E, a meu ver, urge educar para as competências, e isso, através da contextualização e da interdisciplinaridade.

Mas do que nunca urge uma ruptura com as práticas tradicionais e o avançar em direção a uma ação pedagógica interdisciplinar voltada para a aprendizagem do aluno – sujeito envolvido no processo não somente com o seu potencial cognitivo, mas com todos os fatores que fazem parte do ser unitário, ou seja, fatores afetivos, sociais e cognitivos.





O que é interdiscipliaridade? O que é contextualização?





Os conteúdos intercruzados e aqueles unificadores de temas constituem a mola mestra da interdisciplinaridade.

O interrelacionamento entre os conteúdos das disciplinas configura a interdisciplinaridade.

Os conteúdos impregnados da(s) realidade(s) do aluno demarcam o significado pedagógico da contextualização.

A contextualização imprime significados e relevância aos conteúdos escolares.

A interdisciplinaridade explicita conteúdos contextualizados.





As competências – que articulam conhecimentos, habilidades, procedimentos, valores e atitudes – indicam uma ruptura com ações e comportamentos que colocam a repetição e a padronização como marcos característicos da conduta escolar e, para além disso, consubstanciam a necessidade de um novo modelo pedagógico.





Na educação, o ordenamento linear, sequencial, mensurável, previsível e contínuo passa a assumir o caráter de organização em rede, pluralista, diverso, harmônico flexível e processual.

Nessa perspectiva, outro fator importante que necessita mudar é a Avaliação.

Sua concepção deve ser construída de modo a caracterizar:

Observância às competências propostas.

Predomínio dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do processo sobre os circunstanciais (teste e provas).

Inclusão da reorientação de estudos para alunos com dificuldades de aprendizagem.

Acompanhamento processual a respeito do desenvolvimento do educando.

Predominância dos aspectos formativos sobre os somativos.

Citando os parâmetros: “O conceito de aprendizagem significativa, central na perspectiva construtivista, implica, necessariamente, o trabalho simbólico de significar a parcela da realidade, de se conhecer as aprendizagens que os alunos realizam na escola e que serão significativas na medida em que consigam estabelecer relações substantivas e não arbitrárias entre os conteúdos escolares e os conhecimentos previamente construídos por eles, num processo de articulação de novos significados”

Da instituição Escolar se exige que se explicite a sua função social e sua proposta educativa, indicando com clareza o perfil do cidadão que deseja preparar

É necessário que as escolas tenham identidade como instituições de educação de jovens e que essa identidade seja diversificada em função das características do meio social e da clientela, diversificação que significa fragmentação, mas respeito ao conhecimento dos alunos no que tange às diferenças ao ponto em que se encontram.

Vera Lúcia Câmara F. Zacharias é mestre em educação, pedagoga, diretora de escola aposentada, com vasta experiência na área educacional em geral, e na assessoria e capacitação de profissionais das mais diversas áreas.





Desafios e tendências na formação de professores para a educação básica





Download do arquivo da apresentação da professora Guiomar Namo de Melo no congresso educador 2000 (em Power-Point). Clique com botão direito do mause sobre o link e escola a opção”Salvar destino como”.

Artigo para o download retirado da revista Nova Escola On-line.





Bibliografia





BRASIL,MEC. As Novas Diretrizes Curriculares que Mudam o Ensino Médio Brasileiro, Brasília, 1998.

BRASIL,MEC. Em Aberto (Currículo: referenciais e tendêcias). INEP, Brasília, nº 58, abril/jun.1993.

COLL,, César et alil. Os conteúdos na Reforma: ensino e aprendizagem de conceitos, procedimentos e atitudes, Porto Alegre, Artes Médicas, 1998.

Dia do amigo - 20 de julho


sexta-feira, 15 de julho de 2011




I SEMINÁRIO REGIONAL
PROGRESSÃO CONTINUADA NA ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
DOS ALUNOS DO 1º AO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL
Local: Auditório da AMRIGS
Data: 13/07/11
Clientela: Professora do 1º ao 3º Ano do Ensino Fundamental acompanhada pela Supervisora ou Coordenadora Escolar
Programação
  •  Solenidade de abertura com as presenças dos Srs. Prof. Dr. Jose Clovis de Azevedo- secretário da Educação do Estado, Profª Leni Kray- coordenadora da 11ª CRE, Prof. Lugon José Levndowski- coordenador da 12ª CRE, Prof. Dr. Silvio Rocha - Diretor do Departamento Pedagógico da SEDUC e Profª IvanySouza Ávila - coordenadora adjunta do Curso de Extensão e Educação Integral/Programa Mais Educação.
  • Apresentaçao do Programa de Progressão Continuada na Alfabetização e Letramento de Alunos do 1º ao 3º Ano do Ensino Fundamental- Profº Dr. Sílvio Rocha- Diretor do Departamento Pedagógico SEDUC.
  • Palestra sobre Alfabetização e Letramento- Profª Ivany Souza Ávila- UFRGRS.
  • Mesas Temáticas- Apresentação das Práticas Pedagógicas.



    Patrícia Freitas- Profª do 2º Ano do Ensino Fundamental
    Gelcy Chagas Freitas-Supervisora Escolar
    Representantes da E.E.E.F. Cônego Pedro Jacobs/Osório



    quinta-feira, 14 de julho de 2011

    MAIS CAPINHAS LEGAIS...


    SUGESTÃO DE AVENTAL...

    MAIS CAPINHAS LEGAIS...


    Os efeitos da TV no sono do seu filho.



    Televisão, videogame, celular, computador. Esses eletrônicos cada vez mais fazem parte da rotina das crianças. Apesar da variedade de programas, desenhos animados, jogos, brincadeiras e redes sociais, o excesso de “tela” pode causar problemas de sonona vida das crianças.

    Um estudo feito pelo Instituto de Pesquisa do Hospital Infantil de Seattle, nos Estados Unidos com 617 crianças entre 3 e 5 anos, mostrou que aquelas que assistem televisão após as 19h têm mais problemas para dormir - como dificuldade para adormecer, acordam várias vezes durante a noite, têm pesadelos e sonolência diurna.

    A pesquisa também analisou o tipo de programação que essas crianças assistiam. Segundo os cientistas, programas com violência – como desenhos animados, novelas e filmes – geram uma dose extra de adrenalina no corpo, o que dificulta o sono das crianças. E para tanto, não importa a hora em que assistem aos programas. Mesmo que seu filho veja um desenho violento pela manhã, ele poderá ter dificuldade para dormir durante a noite.

    Para chegar a esse resultado, os pesquisadores se basearam em relatos dos pais das crianças e perceberam também que aquelas com televisão no próprio quarto podem assistir até 40 minutos a mais que as outras por dia.

    Segundo a pediatra norte-americana Michelle Garrison, autora da pesquisa, alguns estudos anteriores feitos nos Estados Unidos, mostram que, pelo menos, um em cada quatro crianças têm televisão em seus quartos. “Isso acontece porque muitas famílias acreditam erroneamente que assistir TV pode ajudar seus filhos a pegarem no sono”, diz a especialista.

    Aqui no Brasil, a situação não é diferente. “Sou pediatra há 16 anos e tenho percebido que as crianças têm problemas de sono cada vez mais cedo e a causa, quase sempre, está no excesso de tela e na falta de um ritual para dormir, que deve começar antes de dormir”, diz o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria.
    Como reduzir as horas em frente à TV
    Criar uma rotina de sono é fundamental. A partir das 18h, comece a diminuir o ritmo da casa. Dê um banho em seu filho para relaxar, em seguida, o jantar. O ideal é que seu filho deixe os eletrônicos de lado até uma hora antes de ir para a cama. Se ele já está acostumado com a TV, tente substituir por outra atividade. Que tal ler um livro, ouvir música, ver fotos ou jogar algo que ele goste? A recomendação é tirar a TV de uma vez, mas você pode combinar de ir reduzindo aos poucos ao longo de uma semana. E é preciso ser firme. Mesmo que seja difícil, ele vai acabar se acostumando.

    http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI247795-15041,00-OS+EFEITOS+DA+TV+NO+SONO+DO+SEU+FILHO.html

    A importância do sono para o crescimento e aprendizado infantil.


    Para as crianças, o sono é ainda mais importante do que para os adultos, uma 
    vez que os hormônios do crescimento são produzidos justamente quando estão
     
    dormindo. Problemas com o sono, portanto, podem prejudicar o processo de
     
    desenvolvimento infantil.
     
    O sono tem papel fundamental no aprendizado: 60% de um grupo de crianças de 
    seis a oito anos que dormiam menos de oito horas por dia apresentaram atraso
     
    escolar, de acordo com a pesquisa realizada por Phillippe Mazet e Alain
     
    Braconnier, especialistas e estudiosos franceses do assunto e autores do
     
    livro "O sono das crianças e seus problemas". Segundo as conclusões do
     
    estudo, a insônia ou as perturbações do sono afetam diretamente a capacidade
     
    infantil de concentração e de memória, comprometendo o aprendizado e
     
    podendo, até, provocar o comportamento hiperativo.
     
    No caso das crianças de um a seis anos, a insônia costuma estar ligada a 
    causas emocionais, muitas vezes relacionadas a mudanças bruscas, como por
     
    exemplo a troca de escola, a chegada de um novo irmãozinho, briga ou
     
    separação entre os pais, entre outras. Muitas vezes a apnéia, ou suspensão
     
    da respiração, pode também ser um fator que resulte na perda do sono.
     
    Costuma atingir crianças de três a seis anos - idade em que as amígdalas e
     
    adenóides estão em crescimento. Quando isso acontece, elas roncam, sofrem
     
    pequenos engasgos noturnos e interrompem o sono numerosas vezes. A solução
     
    está nas intervenções cirúrgicas para desbloqueio das vias respiratórias.
     
    Outros casos, que não estejam ligados a causas orgânicas, que exigem 
    tratamento clínico, necessitam, igualmente, a atenção dos pais. A solução
     
    está na descoberta do que pode estar angustiando os filhos. Um carinho
     especial,
     particularmente na hora de dormir, pode auxiliar muito. Só em 
    casos mais graves é necessária a ajuda de um psicoterapeuta.
     

                                                        As Fases do Sono 
      Fase 1
    Melatonina é liberada, induzindo o sono(sonolência)                                                    

          Fase 2  Diminuem os ritmos cardíaco e respiratório, (sono leve)
     
    relaxam-se os músculos e cai a temperatura corporal
     

          Fases 3 e 4  Pico de liberação do GH e da leptina; cortisol começa
     
    (sono profundo) a ser liberado até atingir seu pico, no início da manhã
     
          Sono REM Sigla em inglês para movimento rápido dos olhos, é o pico da
     
    atividade cerebral, quando ocorrem os sonhos. O relaxamento muscular atinge
     
    o máximo, voltam a aumentar as freqüências cardíaca e respiratória
     
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    <!--[endif]-->
    Fonte: "O sono da criança e seus problemas"- Ed. Bertrand Brasil 
    Publicado por: SOE ND Ipanema 

    terça-feira, 12 de julho de 2011


    Dia dos avós

    26 DE JULHO DIA DOS AVÓS

     
    Comemora-se o dia 26 de Julho o dia dos avós. Essa data foi escolhida porque segundo os historiadores é o dia de Santa Ana e São Joaquim  , que eram pais  de Maria a Mãe de Jesus.Ana e Joaquim não tinham filhos e já tinham idade avançada mas não cessavam de rogar ao senhor Deus um filho, até que um dia um anjo apareceu a Ana e comunicou-lhe  que ela carregava uma criança em seu ventre a qual lhe chamaram de Maria.Santa Ana faleceu quando Maria tinha apenas 03 anos de idade, e foi crescendo e conhecendo ao Senhor Deus que a escolheu para ser Mãe de seu Filho.
    Celebrar o dia dos avós significa celebrar a vida pois eles são considerados por  nós os netos nossos segundos pais, pois através de suas experiências de vida  damos continuidade as gerações.


    Retirado de: http://chilflor.blogspot.com

    Dia dos avós





    Fonte: http://www.monica.com.br

    segunda-feira, 11 de julho de 2011

    O ENSINO DA LINGUAGEM ESCRITA: NINGUÉM DÁ O QUE NÃO TEM



    “O ofício de ensinar não é para aventureiros. É para profissionais, homens e mulheres que, além dos conhecimentos na área dos conteúdos específicos e da educação, assumem a construção da liberdade e da cidadania do outro como condição mesma de sua liberdade e cidadania.”
    Ildeu Moreira Coelho
    Muito insistimos, nas últimas décadas, em associar o êxito do processo de ensino ao compromisso político que o professor possui e à relação afetiva existente entre o par educativo. 
    Sobre isso não temos mais dúvidas: dificilmente a aprendizagem se efetivará se aquele que educa não percebe o aluno como seu prolongamento e, assim sendo, nutre um desejo de vê-lo apropriar-se da melhor forma de tudo o que a humanidade já produziu.
    Todavia, além disso, é necessária que esse educador tenha muito claro a importância de tais conhecimentos para a produção da autonomia de seus alunos. Essa clareza assume maior relevância ainda quando se trata da aquisição da escrita. Afinal, essa complexa e requintada forma de linguagem é a chave de acesso ao maior tesouro que a humanidade possui: o conhecimento. Em outras palavras: apropriar-se das leis e dos mecanismos que organizam a escrita pode ser um recurso que acessa a qualquer porta rumo ao conhecimento.
    Assim, dominar tal sistema de signos pode equivaler a ter vivido e apreendido tudo o que foi construído há milhares e milhares de anos. Da mesma forma, o fato do sujeito dominar a linguagem escrita representa a possibilidade de ele interagir de maneira mais eficaz na realidade humana, tornando-se, de fato, co-autor da História.
    O que nos resta perguntar agora é o principal motivo da produção deste texto: quem ensina a ler e a escrever sabe o quanto a escrita representa na vida do ser humano? Até que ponto esse profissional da aprendizagem faz uma competente mediação desse saber?
    Outras perguntas poderiam advir dessas, como por exemplo: quem não gosta de ler pode desenvolver o gosto pela leitura? Quem não escreve constantemente sabe encaminhar a produção de bons textos, redigidos em diferentes tipologias e gêneros? Que tipo de trabalho é proposto a partir da leitura de textos informativos e jornalísticos? Como refletir sobre os conteúdos essencialmente literários com crianças de cinco, seis ou sete anos?
    As respostas a esses e a outros questionamentos relacionados ao encaminhamento metodológico na área de Língua Portuguesa podem revelar uma das mais graves facetas do insucesso escolar no que se refere ao letramento.
    Urge que entendamos de uma vez por todas que tão importante quanto lutar por uma sociedade mais justa através de atitudes e discursos é munir os alunos com conhecimentos que verdadeiramente os empoderem. É subsidiar-lhes com conceitos e estratégias de pensamento que lhes permitam depreenderem o real e terem a capacidade de representá-lo a partir escrita, registrando assim, sua passagem por este planeta. É fazer a ponte entre o que eles já dominam, que consolidaram em situações de aprendizagem - dentro ou fora da escola – e o que eles precisam saber.
    Sabemos hoje que não é com qualquer informação ou conhecimento que podemos enfrentar um mundo como esse, da Pós-Modernidade. É necessária, além de destreza e rapidez de raciocínio, uma competência linguística que nos permita transitar entre os mais diferentes discursos, podendo filtrar o que nos interessa, desenvolver e aprofundar o que queremos e perceber, sagazmente, as intenções de cada um. Essa lógica só pode ser desenvolvida a partir de um trabalho sério e profundo com a linguagem, pois são seus signos o combustível de nosso cérebro.
    Em outras palavras: a escola é boa não porque ensina determinados conteúdos, mas porque possibilita a aprendizagem de processar conhecimentos, estabelecer relações e realizar, assim, algumas funções cognitivas que seriam inviáveis sem o auxílio e o direcionamento de uma instituição que foi concebida para esse fim: a escola.
    Ao atribuirmos tal importância ao processo de ensino e valorizarmos desta maneira a aprendizagem de conteúdos socialmente relevantes não podemos conceber alguns equívocos que vêm assolando a aquisição da linguagem escrita no Brasil. Equívocos esses que são oriundos, muitas vezes, da pouca lida com a escrita que alguns professores têm.
    Um dos exemplos que muito nos auxiliariam nessa reflexão é o encaminhamento metodológico a seguir.
    Costumamos enfatizar (desde 1990) que a melhor forma de mostrar ao aluno o que é, para que serve e como funciona a linguagem escrita é a partir da produção do Texto Coletivo.
    Essa prática é reconhecidamente um dos suportes que mais poderiam fazer os alunos avançarem em suas hipóteses de escrita, independente do nível que se encontrem. Além desse fato, aquelas crianças que ainda não conseguem perceber o valor sonoro de determinado grupo de letras não se sentem excluídas, pois são envolvidas na produção textual através da linguagem oral (não sabem escrever, mas sabem falar e na oralidade respeitam as estruturas gramaticais que servirão de base para a elaboração dos parágrafos).
    Outro valor reconhecido da produção coletiva é que a mesma não precisa ficar restrita às aulas de Português, porque o professor pode utilizá-la em outras áreas do conhecimento, por se caracterizar, por exemplo, como bons recursos para a elaboração de relatórios em Geografia, de registro de observações realizadas na área de Ciências ou de sínteses e resumos em História.
    Enfim, é uma boa forma de ensinar a escrever escrevendo e refletindo sobre os fatos linguísticos em uso.
    Contudo, para encaminhar tal procedimento é preciso que o professor domine e utilize adequadamente alguns conteúdos de Língua Portuguesa como: unidade temática (todas as partes do texto deverão estar relacionadas com a tipologia textual e o tema), unidade estrutural (conhecer e empregar as características de cada gênero textual), paragrafação (cada ideia básica em um segmento do texto), elementos coesivos (evitar as repetições desnecessárias utilizando-se de pronomes, advérbios e verbos), sinais de pontuação (para separar detalhes que enriquecem o texto, dar efeito e entonação necessários), discursos direto e indireto (quando é conveniente usar travessão para destacar a fala das personagens) e outros.
    Mas onde se encontram essas boas produções coletivas? E quando existem, qual sua frequência? Em que níveis de ensino são praticadas? Que função social é dada a elas?
    Como podemos observar, ensinar a escrever demanda uma ação muito mais ampla do que sistematizar as regras ortográficas ou a classificação gramatical. Talvez resida aí o grande obstáculo que tanto tem impedido nossas crianças de serem mais felizes aprendendo mais na escola. Talvez também aí esteja uma oportunidade para que nossos professores aproveitem o momento de ensinar e o transformem em um momento também de aprender.
    As considerações aqui tecidas explicitam a necessidade de chamarmos a atenção para um fato recorrente no ensino da linguagem escrita e que, muitas vezes, se camufla sob diferentes codinomes: dislexia, dificuldade de aprendizagem, dislalia, distúrbios de aprendizagem, disgrafia, déficit de atenção, discalculia...
    Em nenhum momento negaremos a existência desses casos e a necessidade de encaminhamento dessas crianças para os profissionais competentes. O que não podemos ignorar é que, algumas vezes, a dificuldade não é de aprendizagem e sim de ensinagem. E, Para ensinar há uma formalidade a cumprir: saber! Para Eça de Queiroz e para nós que perseguimos a excelência da docência fica claro que não há outro caminho a não ser o resgate do conhecimento do professor.
    Fica aqui nosso convite: que nossa luta política mais aguerrida seja a partir da mediação dos conhecimentos e da consciência do poder que estes possuem.
    *Mestre em Ciências Sociais da Educação (Universidade Lusófona de Tecnologia e Humanidades - Lisboa)
    *Especialista e Literatura Infantil (Universidade Santa Úrsula – RJ)
    *Professora de Pós-graduação de Metodologia da Língua Portuguesa
    *Autora de livros na área.sanbozza@ig.com.br

    SUGESTÃO DE LEITURA:

    O Professor Bonzinho

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    Segundo Celso Antunes, o professor bonzinho, permissivo, perde sua identidade como pessoa. Podemos ser amigos, compreensivos, mas o limite deve ser bem claro, bem definido e a preocupação em acompanhar o processo de construção do conhecimento dos alunos deve ser efetiva.
    Na sala de aula a conversa entre os alunos é inevitável; é impossível ficar ao lado dos amigos sem conversar; o que devemos fazer é aproveitar essa conversa como instrumento para um trabalho pedagógico, aprender a ser um administrador de conversas, expositor de desafios, instigador de perguntas. O autor alerta que devemos tomar cuidado com o silêncio humano. Este esconde muitas vezes problemas emocionais ou disfunções agudas.
    Ao ensinar, é fundamental que o professor peça aos seus alunos que opinem, sugiram, contem coisas de seu eu e de seu mundo. Jamais matar a curiosidade apresentando rapidamente a resposta; faça-os buscar pelos caminhos da pesquisa, pela reflexão do debate. E nunca se esqueça de levar para a sala de aula o sorriso, a boa educação (polidez) e o bom senso.
    Com alunos difíceis, ou seja, aqueles que não querem nada com a aula, procurem não se exasperar, dar broncas. Após o final da aula chame esse aluno para conversar; faça-o descobrir que você quer ajudá-lo.
    Imagem-de-professora-em-pe-rindo-para-aluna-sentada-em-sala-de-aula
    Diálogo, polidez e bom humor são aliados incondicionais para o bom relacionamento entre professores e alunos em sala de aula
    Existem algumas idéias levantadas por Celso Antunes que podem auxiliar os professores em seu dia a dia, obtendo assim maior prazer e sucesso no seu trabalho. Vamos a eles:
    • Definir de forma clara e cristalina as regras disciplinares.
    • Estabelecer canais límpidos de comunicação entre os alunos, diretores, pais, orientadores e professores.
    • Assiduidade e pontualidade.
    • Associar o conhecimento novo aos saberes que os alunos possuem.
    • Preparar de maneira cuidadosa a aula.
    • Traçar um projeto de atividades anuais, dividindo suas etapas semana após semana.
    • Estabelecer, se possível em consenso com a classe, os limites desejáveis das condutas e cobrá-los sempre de maneira imediata e coerente.
    • Entrar em sala e, sem demora, iniciar a aula.
    • Cobrar, com firmeza, mas sempre com bom humor (quando possível), a colaboração de todos e ser um árbitro sereno no cumprimento das regras de conduta consensualizadas com a classe.
    • Falar com expressividade e clareza.
    • Iniciar os trabalhos com um plano de aula simples, mas objetivo e coerente.
    • Movimentar-se todo o tempo, manter-se alerta a todos e também a todas as ocorrências.
    • Mostrar sempre disposição para manter a calma e a serenidade, mesmo em situações mais difíceis.
    • Saber dar a devida importância ao tom de voz empregado e estudar a linguagem gestual.
    • Jamais comparar-se a qualquer colega. Nunca comparar um aluno ou uma classe com outra.
    • Distribuir com uniformidade, serenidade e justiça a atenção de todos.
    • Analisar com calma as razões que podem levar alunos ao desinteresse ou a indisciplina e discutir, particularmente com os mesmos essa postura.
    • Conhecer diferentes estratégias de ensino, jogos operatórios, técnicas de ensino e aprendizagem.
    • Possuir projetos de avaliação claros e explícitos.
    • Manter atualizados seus registros e suas notas.
    • Cumprir com integridade tudo quanto prometeu.
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    Ensinar utilizando diferentes recursos e estratégias para despertar a curiosidade e incentivar os alunos em sala de aula e projetos é eficiente medida contra a indisciplina.
    • Fazer das perguntas uma eficiente ferramenta de aprendizagem.
    • Não se desgastar ensinando aos alunos tudo aquilo que sozinhos eles podem aprender.
    • Estimular o aluno para interpretar o aprendizado usando diferentes habilidades.
    • Ensinar seus alunos a leitura dos saberes que se encontram em diferentes linguagens.
    • Saber delegar aos alunos tarefas e funções junto à classe que explorem capacidades de aprender e de aprendizagem.
    • Fazer revisões periódicas daquilo que foi aprendido.
    • Organizar de forma eficaz, na medida dos possível em consenso com os alunos, o espaço da sala de aula e a disposição dos lugares de cada um.
    • Cuidar da sua apresentação, dignificando a importância e até o sentido do ato pedagógico.
    • Mostrar atenção aos problemas dos alunos.
    • Concluir a aula de maneira amistosa e bem-humorada.
    É importante destacar que os passos sugeridos costumam ajudar a resolver parte expressiva dos problemas disciplinares; mas não os eliminam por completo. A continuidade de aplicação dos procedimentos é que pode garantir a perenidade dos bons comportamentos, da participação dos estudantes nas aulas, o debate em torno das idéias e conteúdos trabalhados,...
    Para concluir, o professor precisa ser amigo dos alunos, companheiro e compreensivo, ter a mentalidade aberta e acompanhar o processo de construção do conhecimento, atuando como agente entre os objetos do saber e a aprendizagem e ter a certeza de que, quem educa semeia um futuro melhor...
    Fonte: http://atividadespracolorir.blogspot.com

    ATIVIDADES IMPORTANTES NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO:

    FALAR E ESCUTAR
    1. Relato do final de semana na Rodinha
    2. Reconto de historinhas
    3. Faz-de-conta
    4. Transmitir recados
    5. Exposição de suas idéias nas conversas durante a rodinha
    6. Dramatizações
    7. Conversas
    8. Exposições de idéia durante a rodinha
    9. Ciranda de livro onde os alunos escolhem a história de sua preferência
    10. Brincadeira livre
    11. Conversas informais com os colegas
    12. Relação das habilidades trabalhadas em sala com experiências pessoais
    13. Contos de historinhas. Ao término da história incentivar os alunos a fazerem questionamentos
    14. Interação com a professora e funcionários
    15. Solicitar que as crianças argumentem algum desenho feito por eles
    16. Trabalhar com a linha do tempo, desenhando os momentos mais significativos em ordem
    17. Jogos de contar histórias observando imagens e seguindo sua seqüência
    18. No final da aula fazer a avaliação do dia, seguindo a ordem de acontecimento do dia
    19. Pedir que as crianças façam um relato da historinha que mais gostam
    20. No final de um conto solicitar que as crianças descrevam as características do personagem que mais gostou
    21. No término de uma história solicitar que os educandos façam o reconto
    22. Através de desenhos fazer recontos de histórias
    23. Aprender e reproduzir músicas relacionadas com os temas desenvolvidos e outras, canções folclóricas e populares
    24. Realização de jogo musical
    25. Brincar de Mímica
    26. Fazer a dramatização de um poema
    PRÁTICAS DE LEITURA
    1. Leitura freqüente, pelo professor, de vários tipos de texto
    2. Atividades com diferentes textos e suas funções na sociedade: carta, bilhetes, documentos, convites, listas, textos literários, receitas culinárias, manuais, regras de jogo, jornais, enciclopédias, história em quadrinhos.
    3. Conto e reconto
    4. Faz-de-conta
    5. Fazer trabalho com recorte de jornal levados pelos alunos para socializar a notícia
    6. Criar o jornalzinho da turma com informativo diário
    7. Criar um projeto de correspondência entre as turmas da escola e/ou entre escolas da mesma comunidade
    8. Solicitar que as crianças levem para a escola embalagens de produtos em que haja letras de alimentos que comem ou bebem normalmente e de que gostam
    9. Trabalhar com gravuras de placas que encontramos facilmente na comunidade
    10. Adivinhas
    11. Cantar músicas conhecidas utilizando a letra impressa ainda que os alunos não leiam de forma convencional
    12. Trabalhar com receitas
    13. Chamadinha: usar pedaços de cartolina com o nome das crianças e fazer diariamente a chamadinha
    14. Mostrar o nome e ler
    15. Mostrar o nome e deixar as crianças descobrirem a quem pertence
    16. Pedir para que cada criança pegue seu cartão
    17. Pedir para uma criança distribuir os cartões para seus colegas
    18. Bingo e dominó dos nomes
    19. Atividades no cantinho da leitura
    20. Levar as crianças para uma atividade na biblioteca do bairro e/ou sala de leitura da escola
    21. Pedir para as crianças levarem para a escola vários tipos de materiais impressos que tem em casa
    22. Criar projetos de leitura
    23. Dramatizações simples
    24. O mundo da leitura: pesquisar histórias que tenham sido utilizadas para grandes produções em cinema e TV (filmes, novelas, etc.)
    25. Criar na turma um projeto de empréstimo de livros (Ciranda de livros), onde as crianças poderão levá-los para casa e devolver depois.
    PRÁTICAS DE ESCRITA
    1. Elaboração de lista de acordo com os temas abordados;
    2. Familiarizar com a escrita através do contato e manuseio de livros, revistas, etc. Escrita do nome com auxilio da ficha de identificação;
    3. Confecção do jornalzinho coletivo;
    4. Confecção de murais
    5. Montar e desmontar: propor que as crianças recortem o seu próprio nome, separando letra por letra, misture e remonte;
    6. Cruzadinha utilizando os nomes das crianças;
    7. Carteira de Identidade: fazer o modelo e pedir para que as crianças levem uma fotografia ou façam um desenho e assinem seu nome;
    8. Caderno de Endereços: Propor a organização de um caderno com os nomes e endereços da turma.
    9. Mostrar às crianças objetos para que elas criem historinhas a partir deles e o professor copie no quadro
    10. Mostrar às crianças seqüência de figuras e a turma irá contando a história à medida em que as figuras são mostradas, a professora anota.
    11. Troca de atividades;
    12. Fazer exposição com a produção dos alunos;
    13. Produzir murais em conjunto;
    14. Relato do final de semana e escrever espontaneamente sobre ele;
    15. Fazer um painel com gravuras em seguida pedir para que escrevam o que estão vendo;
    16. Trabalhar com receitas oralmente e escrita;
    17. Trabalhar com imagens e pequenos textos;
    18. Pedir que as crianças desenhem e escrevam sobre o que desenharam;
    19. Fazer comparação entre o desenho e a escrita.
    20. Trabalhar com índice e paginação;
    21. Identificar no dinheiro as letras e números;
    22. Dominó de letras e números;
    23. Placas de veículos.
    24. Ler o jornal do dia e contar para as crianças noticia que lhe interessem;

    TRABALHANDO O DIA DA VOVÓ!!

    
    POESIA...
    RIMANDO COM A VOVÓ...
    

    TRABALHANDO O DIA DA VOVÓ!!

    DEVIDO AS FÉRIAS,ANTECIPEI AS ATIVIDADES DO DIA DA VOVÓ(26/07)...POIS ALÉM DE SEREM AS" MÃES COM AÇÚCAR",CADA DIA MAIS ELAS CUIDAM E MUITAS VEZES ASSUMEM A CRIAÇÃO DOS NETOS.A TURMINHA FARÁ DIVERSAS ATIVIDADES DURANTE A SEMANA,QUE ENCERRARÁ COM UM CHÁ PARA AS VOVÓS E MARCARÁ O INÍCIO DAS FÉRIAS...
    ENTREVISTA...
    CONVITE...

    sexta-feira, 8 de julho de 2011

    LINDINHOS!!(com fotos)


    CARTA DE ABRAHAN LINCOLN AO PROFESSOR DO SEU FILHO.

    "Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são


    justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para

    cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder

    dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um

    amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda

    encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória,

    afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso

    silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também

    perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os

    vales.

    Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa

    vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo

    se sozinho contra todos.

    Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a

    nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.

    Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho,

    ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os

    homens também choram.

    Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só

    contra todos, se ele achar que tem razão.

    Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro

    aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser

    corajoso.

    Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só

    assim poderá ter fé nos homens.

    Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro

    professor."

    Abraham Lincoln, 1830

    TURMINHA CURIOSA...



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